Do consenso à ação

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Todos pedem mais inovação, mas, para especialistas reunidos no 2º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, país precisa de mecanismos apropriados de seleção de prioridades se quiser desencadear um surto inovativo (foto: divulgação)

26/04/2007

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Um consenso predomina entre os atores envolvidos com o desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil: a indústria brasileira precisa de mais inovação. A agenda para isso também não apresenta muitas divergências. Mas, para desencadear um surto de inovação, o país precisará de mecanismos apropriados de seleção de setores e projetos prioritários.

A análise, de Carlos Américo Pacheco, secretário adjunto da Secretaria do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, sintetizou as discussões no 2º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, na quarta-feira (25/4), em São Paulo – o evento foi organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Para Pacheco, o próprio congresso sinaliza a consolidação de um consenso em relação à agenda prospectiva empresarial relativa à tecnologia industrial. “É extraordinário que a indústria tenha a iniciativa de discutir inovação, mostrando a relevância do tema e se mobilizando pelo segundo ano para trocar experiências com os vários atores envolvidos”, disse à Agência FAPESP.

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